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De minha prima
Jovem
Inocente
E virgem
Peço urina…
- Para pesquisa acadêmica!
(Justifico-lhe)
E ela, doce menina,
Mija num recipiente
Que lhe disponho.
Seca sua vagina
Com um lenço
Que lhe ofereço.
Empunho o vaso
Ainda quente
Agradeço-lhe por tal
Favor a mim prestado
E volto para casa,
Dirigindo e cheirando
O lencinho agora
Perfumado, mijado…
Já em casa,
Cepos de lenha
Fizeram-se brasas
Deixando a chapa
Do rústico fogão
No ponto certo
Para cozinhar
Derramo a urina
Na panela de barro
Acrescentando temperos,
Batata picada em cubos
E cenoura em rodelas…
Sal se faz desnecessário
Pois já é alto o seu teor
Contido no mijo
De minha doce priminha!
O líquido agora atinge
Seu ponto de ebulição
É chegada a hora
De despejar-lhe
O ingrediente principal…
Vou à geladeira
Destampo um pote plástico
E, cuidadosamente,
Jogo no mijo fervente
E temperado, condimentado,
Pedacinhos de carne macia
Lábios vaginais picados
Todos cortados em tirinhas
De minhas oito amigas
(Colegas de faculdade)
Que matei enquanto estudávamos,
E de todas violei os corpos
Saciando minha libidinagem!
E, quando todos os orgamos
Já havia alcançado,
Veio-me à mente
Esta idéia apetitosa:
Uma sopa de bucetas
Com caldo de moça virgem!
(Ansiosa aguardo os beiços
Cozinharem, pra me deliciar,
Esbaldar-me
Com uma suculenta
E deleitosa
Sopa de vulvas!
Al Bundy, um dos maiores representantes dos machos de todos os tempos…
Uma jovem chinesa perdeu a audição do ouvido esquerdo após um beijo apaixonado do namorado. De acordo com os médicos, o tímpano esquerdo da mulher se rompeu com o beijo, informa nesta segunda o jornal Shanghai Daily.
O casal, da província de Guangdong, disse ter ouvido um estalo durante o beijo. A partir deste momento, ela passou a não escutar. Cerca de uma hora depois, eles foram a um hospital onde receberam o diagnóstico.
De acordo com o médico que os atendeu, embora não seja comum, um beijo forte pode causar desequilíbrio na pressão do ar entre os dois ouvidos e levar a um incidente como este.
Ainda segundo o especialista, a mulher será tratada e deve recuperar a audição gradualmente nos próximos dois meses.
RIO - O assassinato da estudante Rosane Nunes Lopes, de 16 anos, encontrada morta no Cemitério de Ricardo de Albuquerque domingo, com o corpo retalhado e indícios de ter sido sacrificada em um ritual, pode revelar a atuação de uma seita macabra formada por skinheads. As vítimas seriam mulheres violentadas entre as tumbas, cenários de orgias e bebedeiras do grupo.
Responsável pelas investigações, o delegado adjunto da 39ª DP (Pavuna), Túlio Antônio Pelosi, aponta dois suspeitos do crime: o namorado da adolescente, Ricardo Moreira, de 24 anos, que foi encontrado pela polícia em uma casa no Jardim Catarina, ontem, é um deles. Seu paradeiro foi revelado após uma denúncia anônima. Os policiais o levaram para prestar depoimento na delegacia. O outro é um rapaz, também skinhead e integrante da seita, que não teve a identidade revelada para não atrapalhar as investigações. Ele foi apontado como responsável por violentar e espancar outra menina, encontrada nua, e ainda com vida, no mesmo local do cemitério onde o corpo de Rosane foi achado.
- Esse outro caso aconteceu este ano. É muito semelhante e, por isso, nos leva ao mesmo grupo. Ricardo e esse outro skinhead são suspeitos. A coragem de pessoas que estão fazendo as denúncias está ajudando muito nas investigações - disse o delegado ( leia também: busca por Rosane começou no Orkut ).
Levado pela polícia para a delegacia, Ricardo não quis dar nenhuma declaração. Em depoimento, negou ser responsável pelo crime e foi liberado.
Muito emocionados após o sepultamento do corpo de Rosane, no Cemitério de Olinda, em Nilópolis, na tarde de ontem, amigos revelaram que o grupo de skinheads chama-se Carecas da Baixada. Revoltado, José Renato de Oliveira Nunes, tio da adolescente, conta que ficou chocado com o que viu na casa de Ricardo, domingo, quando foi procurar notícias da sobrinha:
- Ricardo me mostrou fotos dele com meninas no cemitério bebendo vinho, cachaça, fazendo sexo e urinando nas tumbas. Ele me disse: “É a minha religião, cada um tem a sua”.
Cunhada denuncia agressão à irmã
Uma denúncia anônima levou os policiais a uma casa no Jardim Catarina, onde Ricardo estava hospedado ao lado de uma outra “ficante”, uma jovem de 18 anos moradora da Gávea.
Policiais ainda localizaram uma terceira companheira de Ricardo, uma garota também de 18 anos, considerada “a mulher oficial”. A irmã dela ligou para a delegacia ao reconhecer a tatuagem do cunhado no jornal. Ela contou que Ricardo agredia sua irmã, deixando-a com manchas roxas na pele. Na 39ª DP (Pavuna), a mulher do skinhead confirmou à polícia que ele era violento.
Acompanhada pelo pai
A jovem voltou para casa acompanhada pelo pai. Na delegacia, Ricardo se manteve o tempo todo calado e arredio. O comportamento do rapaz tinha gerado preocupação entre os amigos de Rosane. Eles contaram no sepultamento que Zaninha tinha se afastado da tribo emo desde que começou a se relacionar com o skinhead. Os jovens, que se reuniam na Praça Santos Dumont, em Nova Iguaçu, às sextas-feiras, raramente a viam nos encontros desde o início do caso.
Ex-namorado diz que foi ameaçado
Choro, arrependimento e conversão. O sepultamento do corpo de Rosane reuniu familiares inconformados com a brutalidade do crime e cerca de 40 amigos, integrantes da tribo dos emo.
Entre eles, o ajudante de cozinha Natanael de Figueiredo Falcão, de 23 anos, ex-namorado da estudante, que chorava compulsivamente. Apaixonado por Zaninha, apelido de Rosane, ele conta que se sente culpado.
- Fui o primeiro namorado dela. Eu me sinto um pouco culpado porque encontrei com ela há umas três semanas e a abracei. O Ricardo viu, me ameaçou pelo Orkut dizendo que ia me espancar, me quebrar todo se eu não saísse de perto dela. Ela ia terminar com ele para ficar comigo - dizia.
Emo arrependido
A angústia pela perda da amiga motivou a conversão do estudante Marcos Ramos, de 16 anos. Durante o cortejo, quando a pastora perguntou quem queria “aceitar Jesus”, ele se apresentou e foi convertido:
- Não cuidei direito dela, tinha prometido que não aconteceria nada de mal. Agora, pertenço a Jesus.
Leeroy Le Gallais realizou dois ataques ao animal chamado Calico. Bicho deu sinais de estresse após ‘visitas’ do homem ao estábulo.
Um homem da ilha de Guernsey foi condenado a três anos de prisão por ter feito sexo com um cavalo pelo menos duas vezes. Na primeira vez em que Leeroy Le Gallais atacou o animal chamado Calico, em outubro de 2007, ele deixou sua cueca na cena do crime. Na segunda, em abril deste ano, o dono do cavalo desconfiou de Le Gallais ao encontrar seu estábulo bagunçado e o denunciou à polícia.
Como o homem de 46 anos já havia sido condenado à liberdade condicional após o primeiro ataque, a denuncia resultou em sua prisão. “Bebi algumas cervejas, fui ao estábulo e tive relações com o cavalo”, admitiu Le Gallais no tribunal. O animal tem 23 anos.
A princípio, o suspeito negou as acusações. Mas ele confessou quando a polícia disse ter coletado amostras que comprovavam seus ataques a Calico. “Talvez eu tenha necessidade de algo, uma necessidade sexual”, afirmou o homem. Segundo o jornal “Telegraph”, o cavalo deu sinais de estresse, mudando sua maneira de andar, depois das visitas de Le Gallais ao estábulo.
Sara Mallett, advogada de defesa, disse que seu cliente cooperou com a polícia e admitiu ser culpado das acusações. Segundo ela, Le Gallais tem dificuldades de aprendizado, seu QI é muito baixo e seus desejos sexuais podem ser resultado de situações que ele viveu durante a infância. Depois de cumprir três anos na prisão, o homem ainda passará cinco anos em liberdade condicional.
RIO - A estudante Rosane Nunes Lopes, de 16 anos, foi encontrada morta domingo à tarde no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, com duas facadas no peito e o corpo retalhado. Moradores de Nilópolis, os parentes só reconheceram o corpo da adolescente, na segunda-feira à noite, no Instituto Médico-Legal do Rio. Eles passaram o fim de semana peregrinando pela Baixada Fluminense e colando cartazes em busca de notícias da menina, que havia desaparecido sábado. O corpo da adolescente foi abandonado nos fundos do cemitério no meio de um matagal.
Os parentes acreditam que a menina tenha sido sacrificada em um ritual satânico, conduzido pelo namorado. O corpo de Rosane tinha vários desenhos possivelmente feitos a punhal. No domingo, amigos da garota, preocupados com o sumiço, revelaram à família que ela mantinha há seis meses encontros secretos com um skinhead - integrante de um grupo de jovens carecas e geralmente violentos - de 24 anos, morador de Anchieta.
O casal freqüentemente se encontrava em cemitérios, onde ingeria bebidas alcoólicas e namorava. Segundo os amigos, ele mantinha relações com várias meninas em um quarto nos fundos da casa da mãe dele. Zaninha, como Rosane era chamada pela família, contava que, nas paredes, havia inscrições como “Lúcifer, o melhor rei dos reis”.
A mãe e o padrasto da menina estão em estado de choque. Desde sábado, parentes e vizinhos fazem vigília na casa de Rosane. Na lembrança de todos, uma garota inteligente, comunicativa e muito meiga. Zaninha saiu de casa à tarde para ir a uma lan house. Foi vista pela última vez subindo na garupa de uma moto. Segundo os amigos, há algumas semanas ela contou que queria terminar com o namorado. Mas eles haviam feito um pacto.
- Ele a fez concordar que se ficasse com outro ele iria matá-la. Ela tinha medo - contou uma amiga.
Caso embalado a vinho e cachaça.Assim que souberam do romance secreto de Rosane, através de amigos, parentes foram à casa do suposto namorado em busca de notícias de Rosane. No próprio domingo, o rapaz foi prestar depoimento como testemunha do desaparecimento na 57 DP (Nilópolis). Até então, o corpo estava desaparecido. Assumiu que fornecia bebida alcoólica para a adolescente, que mantiveram relações sexuais e a viu bêbada após ingerir vinho misturado com cachaça.
O rapaz, que conheceu Rosane através do MSN, afirmou, no entanto, que não a via há três semanas. E que passou o fim de semana na companhia de uma outra “ficante”, de 18 anos, moradora da Gávea.
A moça também prestou depoimento. Afirmou não conhecer Zaninha e que só encontra o rapaz aos fins de semana, quando ela vai a Anchieta “ficar” com ele. O rapaz tem outra companheira, oficial. Segundo a polícia, o inquérito para apurar o homicídio será instaurado hoje na 39ª DP (Pavuna).
Roteiro sinistro pela Internet
Para a família, uma menina gentil, simpática e amorosa. Para os amigos, uma adolescente envolvida em uma trama que misturava pacto de morte, sexo, adoração ao demônio e bebedeiras. Criada em uma família evangélica, Zaninha tinha horário para chegar em casa e jamais havia dormido uma noite fora de casa. Sua nova distração era praticar Le Parkour, esporte francês em que pessoas usam a habilidade do corpo para transpor obstáculos como rampas.
- Era uma criança. Como esse homem faz isso com a nossa menina? A mãe não acredita, diz que ela vai voltar - conta Selma Vargas, de 45 anos, tia de Zaninha.
Foi através de um território livre, a Internet, que a garota - integrante de uma tribo chamada emo, que reúne adolescentes que usam visual escuro e adoram rock romântico - conheceu o novo namorado, skinhead. Possessivo, segundo as amigas, ele a convenceu a obedecer a um pacto. Caso não fosse mais fiel a ele, Zaninha morreria. A aventura do início deu lugar ao medo. Segundo amigos, no sábado, Zaninha tinha saído resolvida a terminar o namoro. Ela recebia ameaças anônimas por Orkut.
Prova mortal
- Ele dizia que a condição para que ela morasse com ele era se submeter a provas de resistência, como mergulhar em uma piscina e ficar no fundo até que ele a tirasse quase morta - conta uma amiga.
Um amigo diz que o rapaz dominava Rosane:
- Ele chegou a transar com ela e outra menina ao mesmo tempo. Ela disse que permitiu por estar bêbada.





