Essa porra aí tava no Medo B
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Um júri começou a deliberação na sexta-feira no julgamento de homicídio de Marcus Wesson - caso que cativou a cidade com indícios de incesto, vampismo, um pacto de assassinato e suicídio e nove crianças mortas descobertas num quarto dos fundos, seus corpos perfurados, da mais nova à mais velha, em idades entre 1 e 25 anos.
Por Jocelyn Y. Stewart
Escritora do The Times
Data da notícia: 4 de Junho de 2005
No dia em que Wesson saiu de casa, 15 meses atrás - suas roupas manchadas de sangue e nove de seus filhso mortos - ele parecia estar a caminho da infâmia nacional, do tipo reservado a assassinos seriais e estupradores de menores.
O prefeito chamou o caso de “9 de 11 de Fresno”. A polícia o chama de “O pior assassinato em massa de Fresno”. A mídia nacional publicou a manchete “Casa dos Horrores e “Sofrimento das Criancinhas: Assassinato em Fresno”.
Mas agora, a mídia se ausenta. Foram dar atenção ao caso de Michael Jackson muito antes do testemunho sobre a fixação de Wesson por vampiros, sua conversa sobre ser Jesus Cristo e os “casamentos” com suas filhas.
“Eu te amo, papai, saiba sempre disso. Estou profundamente apaixonada por você. Nunca vou te deixar”, Kiani Wesson disse em seu testemunho, lendo de um diário.
Embora o caso de Jackson com abuso de menores tenha dominado as notícias de todo o país, o caso de Wesson tomou os noticiários desde que começou, em março.
O júri deliberou sobre nove assassinatos, nove estupros e cópulas orais e cinco abusos sexuais contínuos. Se condenado, Wesson, de 58 anos, poderá enfrentar a pena de morte.
A promotoria argumentou que Wesson construiu um mundo no qual estupro de crianças, abuso físico e poligamia seriam aceitos. Quando a disputa pela custódia de uma criança por duas de suas “esposas” ameaçou dar um fim a esse mundo, disse um dos promotores, ele matou seus filhos.
Mesmo se Wesson não tiver apertado o gatilho, argumentou o promotor, ele ainda é responsável pelas mortes por causa de um pacto de assassinato e suicídio que fez com seus filhos, ensinando-os que seria melhor “ir para a casa do Senhor” do que permitir que as autoridades separassem a família.
A defesa sustenta ue incesto, poligamia e perversão dos ensinamentos da Bíblia não são iguais a assassinato. O assassino, que mais tarde cometeu suicídio, não foi Wesson mas sim sua filha de 25 anos, Sebhrenah April Wesson, alegam. De acordo com o testemunho, ela era tão obsecada com armas e facas que carregava balas em sua bolsa e pintava a cara de camuflagem verde e preta para fingir que era do exército.
Os advogados de defesa Ralph Torrer e Peter M. Jones também apresentaram testemunhas que alegam que o trabalho negligente da polícia contaminou a cena do crime.
“Isso importa?”, perguntou a promotora Lisa Gamoian a uma testemunha que questionou a atuação da polícia no local do crime. “Isso muda o fato de que nove pessoas foram mortas com uma pistola calibre 22?”
Os depoimentos de cerca de 50 testemunhas por mais de três meses revelaram uma família cuja história pode ser lida como um cápítulo do Velho Testamento: a história de gerações de pecados e de crianças sofrendo pelas indiscrições do pai.
Começou nos anos 1960. Wesson fez sexo com uma mulher, anos depois com sua filha e décadas depois com suas netas.
Quando a história alcançou seu trágico ápice, uma geração inteira - as filhas que Wesson concebeu com suas netas - foram mortas.
Durante o julgamento, Wesson por vezes fez objeções e em outras alegou total esquecimento enquanto testemunhas falavam de sua vida, sua família e os assassinatos.
Marcus Delon Wesson cresceu no Kansas e em San Jose no que sua mãe descreveu como uma família cristã trabalhadora; eram Adventistas do Sétimo Dia. Durante a Guerra do Vietnã, Wesson foi médico no exército, trabalhou na Alemanha e no Vietnã. Foi dispensado com honras e retornou a San Jose.
Lá ele começou um relacionamento com Rose Solorio, que era 13 anos mais velha do que ele e mãe de oito crianças. Enevtualmente, Wesson mudou-se para a casa de Solorio e tornou-se o chefe da família. Tiveram um filho juntos.
Então a árvore da família se inclinou para o bizarro: Wesson engravidou Elizabeth, filha de Solorio, de 14 anos. Com a permissão da mãe, Wesson e Elizabeth se casaram. Ela tinha 15 anos, Wesson, 27. Era o ano de 1974.
Ao longo dos anos, eles tiveram 5 meninos e quatro meninas. A família tornou-se ainda maior quando o casal trouxe mais sete sobrinhas e sobrinhos.
Testemunhas descreveram a vida nessa casa com 16 crianças em termos muito diferentes.
Na visão de Wesson, o mundo lá fora era cheio de pecado e perigo, então as crianças foram alfabetizadas em casa. E Wesson ensinou-lhes a Bíblia, freqüentemente perguntando: “Vocês estão prontos para o Senhor?”
Wesson espancava as crianças, mas oferecia uma explicação: “Bem, você sabe que ainda o amo e que a única razão porque estou fazendo isso é pra fazer com que você se torne uma pessoa melhor”, uma sobrinha, Rosa Solorio, citou-o.
Wesson comprou 10 caixões que foram encontrados depois dos assassinatos, mas ele alegou que era por causa da sua madeira, Rosa Solorio testemunhou. Eles facilmente se convertiam em camas, disse também. A família depois se mudou para Fresno, possuía uma propriedade, barcos e uma boa vida.
Mas o testemunho também retratou um homem que dominava a família por meio de abuso físico e sexual - batia-lhes com uma vara enrolada em fita adesiva - e pregava uma religião distorcida, enfatizando as passagens bíblicas que justificavam a poligamia.
Ele também falava de Cristo e de vampiros e da ligação entre eles - vida eterna. A família assistia a filmes de vampiros, tomavam nomes de vampiros e, como sugeriu o promotor, criaram um estilo de vida com elementos vampíricos, incluindo múltiplas esposas.
Um diálogo entre o promotor e Rosa Solorio ilustra a questão:
Pergunta: O que seria um “principiante” na terminologia vampírica?
Resposta: É tipo um… seriam como pessoas lá fora que fariam o trabalho dos vampiros.
P.: E com relação aos principiantes, não é verdade que principiantes são mulheres? São mulheres, certo? E elas caçam para o vampiro mestre, correto?
R.: Sim.
Wesson também praticava o que chamava de “amor” - ensinava garotas como agradar aos seus futuros maridos. A promotoria chamou de abuso. Quando suas filhas e sobrinhas tinham entre 8 e 9 anos, de acordo com depoimentos, Wesson começou a beijá-las e afagar suas áreas genitais por sob suas roupas. Quando amadureceram, o afago se transformou em sexo oral e preliminares.
As meninas lavavam os longos dreadlocks de Wesson, coçavam suas axilas e se sentavam no seu colo. “Ele simplesmente nos pedia pra fazer isso”, Kiani Wesson, uma filha, testemunhou.
Os meninos foram encorajados a sair de casa quando cresceram, mas as mulheres ocupavam um papel duplo que contorceu a árvore da família mais uma vez: elas eram filhas e sobrinhas de Wesson, mas também suas esposas.
Numa cerimônia informal, as filhas Kiani e Sebhrenah Wesson e as sobrinhas Rosa Solorio, Ruby Ortiz e Sofina Solorio “casaram-se” com Wesson e concordaram em ter filhos dele. As mulheres viam a si mesmas como substitutas de Elizabeth Wesson, que, de acordo com o testemunho, não podia mais ter filhos. Wesson disse às mulheres, que não tinham mais permissão para arranjar namorados e usavam saias longas e chales, que elas iam ter filhos “para o Senhor”.
Eventualmente, Ruby Ortiz e Sofina Solorio ficaram desiludidas e partiram como outras irmãs haviam feito, mas deixaram seus filhos para trás para serem criados por Wesson.
Em 12 de março de 2004, as mulheres retornaram para reclamar os filhos depois de saber que a família pretendia deixar Fresno. Também souberam que Wesson continava fazenso sexo e tendo filhos com suas filhas e sobrinhas, quebrando a promessa que fizera de parar.
Nesse dia as duas mulheres juntaram um grupo de amigos e parentes e entraram na casa ‘número 761 da Avenida Hammond. Quando Sofina Solorio entrou e agarrou seu filho pela mão, a desordem começou. De acordo com depoimentos, hove empurrões, xingamentos, gritos e choro. A criança foi levada para longe da mãe. Na porta, Wesson impedia que outros entrassem.
Sofina Solorio testemunhou que Kiani e Sebhrenah Wesson, Rosa Solorio e Elizabeth, de 17 anos, a provocaram com brados de “Judas! Judas!”. Sebhrenah, a filha que queria servir no exército, chamou Ortiz de adúltera por abandonar a casa.
O pandemônio continuou. Testemunhas afirmaram que Wesson ficou na porta, bloqueando a entrada. Em certo ponto ele entrou de volta e, quando voltou a aparecer, suas roupas estavam sujas de sangue e todos lá dentro estavam mortos.
A defesa diz que Sebhrenah Wesson colocou uma arma na cavidade ocular direita de cada criança e disparou, matando seu próprio filho, Marshey St. Christopher Wesson, de 18 meses, e seis outros irmãos: Jeva St. Vladensvspry Wesson, 1 ano; Sedona Vadra Wesson, 18 meses; Ethan St. Laurent Wesson, 4; Johnathon St. Charles Wesson, 7; Aviv Dominique Wesson, 7; e Illabelle Carrie Wesson, 8.
Peritos afirmaram que Sebhrenah e Elizabeth morreram uma hora ou duas após as crianças, reforçando o argumento da defesa de que, depois de matar as crianças, Sebhrenah usou a arma em Elizabeth, de 17 anos, e depois em si mesma.
Uma pistola calibre 22 Ruger Mark II, bem como uma faca, foi encontrada sob o corpo de Sebhrenah. O investigador afirmou que o ferimento de Sebhrenah pode ter sido auto-infligido.
Os jurados também ouviram que as digitais de Marcus Wesson não foram encontradas na pistola e que enhum resíduo de pólvora foi encontrado em suas mão. As digitais de Sebhrenah não foram achadas na arma, mas seus DNA sim. Suas mãos também estavam livres de resíduos.
Mas a promotoria tentou manter o foco em Marcus Wesson. Mesmo se ele não tiver puxado o gatilho, ele influenciou suas filhas a matar, Gamoian argumentou.
Os advogados de ambos os lados recusaram os pedidos do The Times para entrevistas.
Os jurados ouviram as palavras de Marcus Wesson lidas de transcrições de suas conversas na cadeia com a família. Em uma delas ele tenta explicar “sons elétricos” em sua cabeça:
“Eu disse, Senhor, o que é isso?… E então Ele disse que eu tinha um cérebro angelical. Eu comecei a rir tão alto. Eu estava perdendo minha fé Nele”, disse.
Copyright (c) 2005, The Los Angeles Times
A Polícia Metropolitana de Londres divulgou nesta terça-feira imagens de raio-x de um garoto de 16 anos que foi atacado ao tentar evitar o roubo de um amigo em uma parada de ônibus de Walworth, no sul de Londres, no último mês de novembro. O garoto foi levado ao hospital com uma faca de cozinha cravada no crânio e conseguiu sobreviver.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, ele conseguiu sair com vida porque foi operado rapidamente. Os médicos disseram que, se alguém tivesse tentado retirar a faca, o jovem teria morrido. O adolescente estava com outros dois amigos, que também foram feridos. Um dos ladrões, que levou um celular e um boné, foi preso em casa logo após o roubo.
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Isso sim que é filme!
Neguzinho resolveu construir a porra da lanchonete em cima de um cemitério indígena….daí o resto todo mundo já ta cansado de saber….






































